sábado, 14 de agosto de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Medo!?
Ai que medo, de sentir medo
Que medo de acabar me rendendo
e rendendo me perder, aos poucos.
Ai que medo, de sentir o que acabo sentindo
de ver o pulso saltando, o peito doendo
a alma pedindo...
Medo bom, medo medo.
Um medo, e meio.
Ai que medo,
eu vejo que sinto, que amo
que viro e reviro
Vivo e revivo no meio desse medo,
sem medo!
Medo maior, o não ter medo
que me dá tanto medo,
e de medo em medo,eu ganho e perco,
as vezes só perco, as vezes só ganho.
E prefiro assim, temer não ter medo de você.
Que medo de acabar me rendendo
e rendendo me perder, aos poucos.
Ai que medo, de sentir o que acabo sentindo
de ver o pulso saltando, o peito doendo
a alma pedindo...
Medo bom, medo medo.
Um medo, e meio.
Ai que medo,
eu vejo que sinto, que amo
que viro e reviro
Vivo e revivo no meio desse medo,
sem medo!
Medo maior, o não ter medo
que me dá tanto medo,
e de medo em medo,eu ganho e perco,
as vezes só perco, as vezes só ganho.
E prefiro assim, temer não ter medo de você.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Meu, eu.
Um dia, quarenta e duas semanas, quatro anos, vinte três anos...
E parece ser tanto tempo, que tempo!
E não sei desde quando, só sei que amo.
Não sei como, sei que amo.
Sem pedir nadar. Sem querer tudo. Sem pretensão.
Mas com aquela vontade grande de mudar o mundo, com um sorriso bom, que seja, mesmo ser necessário assim ser.
Chama, assim adormece escondido na minha rotina;
Brilho, assim nasce pro meu longo dia;
E tudo se faz luz. E tudo parece tão natural, como uma gargalhada boa numa tarde qualquer, como um raio de sol sumindo aos poucos sem esquecer antes clarear, esquentar, e porque não afagar.
Tem mais luz nisso tudo que se pode ver sentir ou imaginar. Tem mais de mim, de ti, de vida. Tem mais de nós nessa bebida, que bebo aos poucos, mas bebo. Com medo, mas bebo. Com coragem eu bebo.
Assim eu me entrego, aos poucos, e te encontro aos muitos. Em um sorriso, lembrança, ou vontade. Engraçado,sempre fui tão de mim, agora, vou pertencendo aos outros, aos poucos. E vou dando um pouco de mim, pra poder fazer nós, enfim.
OBS: Amo muito cada dia, sorriso, amigo, irmão, e meu único filho. Amo, e demais. Amo tanto que me pergunto ao criador como pode caber tudo isso dentro do peito meu?! Admiro como ele nos dá oportunidade de desenhar nossa historia, cada ponto, cada vírgula... Como pode eu ser assim, tão eu, tão intensa, tão forte, mas tão sigela.
E parece ser tanto tempo, que tempo!
E não sei desde quando, só sei que amo.
Não sei como, sei que amo.
Sem pedir nadar. Sem querer tudo. Sem pretensão.
Mas com aquela vontade grande de mudar o mundo, com um sorriso bom, que seja, mesmo ser necessário assim ser.
Chama, assim adormece escondido na minha rotina;
Brilho, assim nasce pro meu longo dia;
E tudo se faz luz. E tudo parece tão natural, como uma gargalhada boa numa tarde qualquer, como um raio de sol sumindo aos poucos sem esquecer antes clarear, esquentar, e porque não afagar.
Tem mais luz nisso tudo que se pode ver sentir ou imaginar. Tem mais de mim, de ti, de vida. Tem mais de nós nessa bebida, que bebo aos poucos, mas bebo. Com medo, mas bebo. Com coragem eu bebo.
Assim eu me entrego, aos poucos, e te encontro aos muitos. Em um sorriso, lembrança, ou vontade. Engraçado,sempre fui tão de mim, agora, vou pertencendo aos outros, aos poucos. E vou dando um pouco de mim, pra poder fazer nós, enfim.
OBS: Amo muito cada dia, sorriso, amigo, irmão, e meu único filho. Amo, e demais. Amo tanto que me pergunto ao criador como pode caber tudo isso dentro do peito meu?! Admiro como ele nos dá oportunidade de desenhar nossa historia, cada ponto, cada vírgula... Como pode eu ser assim, tão eu, tão intensa, tão forte, mas tão sigela.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Caramba

Vida louca, Louca vida.
Engraçado como são as coisas,os dias, as vontades...
Vem, vai, vão, ficam, doi e atormenta!
Caramba, me sinto tão forte, me sinto tão musculos, me sinto tão eu. Me sinto e mais nada, e ai "tá" tudo bem...e ai estou tão viva, que vida, louca.
O tempo parece ser grande, parece ser pequeno, mas na verdade parece ser feito so de força... dessas que fazem a gente crescer com tudo, superar tudo, não se enganar com tudo; Dessas que derrepente, nada mais que isso te mostra que você é luz, é vida e que o hoje é tao lindo e te guarda coisas tão lindas que o passado nem podia imaginar que ia existir.
É, um dia, um dia as coisas acontecem bem diferente do que imaginamos ou bem igual, mas acontece ou desacontece*, e isso é fenomenal, e isso é lindo, e isso é vivo.
Carambaaaa, caramba, caramba, essa noite não vou durmi, ou talvez eu durma bem demais.
E o motivo, é esse, só esse: estou bem, bem viva, é talvez eu não durmo ou só durmo.
Aos meus amores, um obrigada.
A mim, força menina.
A Deus, a ti pertenço.
Ao meus pais, tudo.
Ao Lorenzo, Lorena.
A vida, eu.
E pra essa noite, um bom sorriso.
Amo.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Viva,sonho/Viva,vida/Viva


Tudo azul. Azul da cor do céu, da cor do mar, da cor do amor.
Euforia boa, euforia calma, euforia intensa. Euforia, vida.
Ah que belezas guarda um coração! Ah que fortaleza guarda um rosto nada em vão!
Somos força, somos timbre, somos cor, somos cheiro, somos pele. Somos e somos. Somos e Sonhos. Sonhos e sonos.
Brilhamos feito estrela, apagamos feito brasa em água, queimamos com palavras e ganhamos em ações.
Vive, arde, doi, queima, ama, ri e dorme. Chora, beija, grita, para, corre e dorme.
Dorme! Um dia profundo, mas só um dia.
Até então a gente vai e faz tudo de novo. Mil vezes de novo e podendo inovar sempre, sempre e sempre; E ainda acha não ser feliz. Porque correr tanto atrás do que está bem do lado, bem em nós?! Viva, só viva. E seja intenso, até no sono ou sonho. Até quando somos e/ou somos. Viva, somente.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Algumas vezes

Morro de vez,
E morro toda noite como essa.
Vou morrendo e morrendo,
cada dia um pouco mais e mais.
E morrer assim dói,dói demais,
dói pra sempre...
Um dia quem sabe isso não mais aconteça.
Mas ai então tenho medo dessa outra dor,
dessa outra de morrer diferente,
dessa outra perda,
de uma morte que dói mais que essa.
Nessa noite eu morri.
De novo,
e mais uma vez.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Dias (eternos) de amor
E nasce então
A noite cai, um sorriso me desmancha e esbanja um pouco mais do que eu quero ver.
O frio da madrugada aquece e enfurece o que eu guardei sem vontade de esquecer.
Olhos, lábios, luzes, vida, silêncio, palavras ditas e não ditas, ouvidas como quiser ser.
Força, alma, timbre, suor, certeza, momentos difíceis de entender, inventados por quem quer viver.
E é lá onde aconchega a alma, onde o toque me esbarra, e o dorso se atrapalha, é lá nesse lugar que o vi nascer.
Meio homem, meio meu.
O frio da madrugada aquece e enfurece o que eu guardei sem vontade de esquecer.
Olhos, lábios, luzes, vida, silêncio, palavras ditas e não ditas, ouvidas como quiser ser.
Força, alma, timbre, suor, certeza, momentos difíceis de entender, inventados por quem quer viver.
E é lá onde aconchega a alma, onde o toque me esbarra, e o dorso se atrapalha, é lá nesse lugar que o vi nascer.
Meio homem, meio meu.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Depois de grande
domingo, 9 de maio de 2010
Um dia desses...

Em um dia desses perdi algo
perdi sem querer perder
e com vontade de ganhar
Perdi, doendo
chorando e lamentando
Perdi...
Perdi o que há tempos
procurava/esperava
perdi me perdendo
perdi encontrando o que eu não sou
perdi, fácil demais
rápido demais
e isso doi, também demais
Destino, ironia, fatalidade?
Não sei
Sei o que você acaba de ler
Perdi!
e sei um pouco mais...
Com vontade de não ter perdido
com vontade de acordar tudo igual
ou de ter opurtunidade de desperder
fico assim:
tinha!
então:
daria, poderia, seria...
Mas perdi,
com vontade de futuro
com vontade de mudar,
lamento profundo
Por aqui vou ficar
já que perdi
me perdendo
Por aqui,
é aqui que devo ficar
sabendo que não vou achar
mas sem possibilidade de me perder em outro lugar
já que não tenho o que encontrar...
perdi sem querer perder
e com vontade de ganhar
Perdi, doendo
chorando e lamentando
Perdi...
Perdi o que há tempos
procurava/esperava
perdi me perdendo
perdi encontrando o que eu não sou
perdi, fácil demais
rápido demais
e isso doi, também demais
Destino, ironia, fatalidade?
Não sei
Sei o que você acaba de ler
Perdi!
e sei um pouco mais...
Com vontade de não ter perdido
com vontade de acordar tudo igual
ou de ter opurtunidade de desperder
fico assim:
tinha!
então:
daria, poderia, seria...
Mas perdi,
com vontade de futuro
com vontade de mudar,
lamento profundo
Por aqui vou ficar
já que perdi
me perdendo
Por aqui,
é aqui que devo ficar
sabendo que não vou achar
mas sem possibilidade de me perder em outro lugar
já que não tenho o que encontrar...
Parte de um todo

Você é parte
é todo
um inteiro
pequenos pedaços
imediatos
Completo
um aqui
outro ali
Branco
colorido
as vezes obscuro
Caras
bocas
e estilo
Força
coragem
e carinho
Você é luz
é mundo
é agora
amanhã e depois
É meu
é de todos
não é de ninguém
não é de ninguém
É pequeno
grande
e imenso
justo
justo
ciumento
e caridoso
É aprendiz
ensina
faz
refaz
e faz diferente
Marca
domina
se entrega
Muitas vezes é garra
é esperança
detalhe
Vontade imensa
liberdade
harmonia
Você é parte de um todo
é o todo em partes
em partes pequenas
modelas
e refinadas
remontadas a sua maneira
Minha luz
Minha vida
Meu mundo
Meu todo
Meu todo
Meu quase meu
Meu tudo
Meu amigo
Meu amigo
filho
irmão
companheiro
Vim pra conhecer você
e você veio pra ser você
E assim não me sinto mais só
e você nunca sentirá
independente do que acontecer
perto de você
pra sempre o meu eu estará
Promessas eternas
únicas
e profundas
Feitas pra você
Feitas pra você
parte de mim
que não sou eu
que não sou eu
e é só seu...
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Na folia do carnaval: lápis, papel, lembranças, um pouquinho de dor e muita cor... Lorenzo, amo-te.
É estranho, mas há um bom tempo atrás era bem diferente. Sempre tive fases, de repente tudo ficava negro e parecia que a angustia e a melancolia não passariam jamais. Dias bons eram dias bons, mas os ruins eram terríveis. O medo do futuro, a certeza do passado, a visão sobre a tão misteriosa e obscura morte, faziam parte do completo estado de tristeza, que beirava a uma sublime depressão, mas passageira... Datas especiais, meu próprio aniversário, tudo que significaria mudança causava em mim danos aparentemente fatais. Engraçado, que não deve ser normal uma criança parar pra pensar nessas coisas, em como é bom o presente, em ter medo de perder as coisas, em deixar de ser criança, mas eu fui assim! Lembro-me bem dos terríveis dias em que o desgosto tomava conta da minha vida enquanto recebia felicitações e sorrisos. Mas nem tudo dura para sempre, pra ser sincera essa frase ainda me amedronta, mas diferente de um tempo que já passou, hoje eu não me derrubo em lágrimas por isso, não que o trauma de mudança e a certeza que nada um dia existirá tenha passado, ou que não importo com isso, acho que talvez isso ainda é mais assustador hoje, porem eu já estou em um tempo que foi mudado e nesse novo tempo parar para pensar no assunto já não é tão permitido, já não existe a disponibilidade que me permitia viajar nas angustias tentando me agarrar ao presente, sendo que o presente imediatamente já se tornara passado. Pra falar verdade não sei se o motivo é realmente esse ou se pode ser algo expressado em um medo de perceber que tudo já mudou de tal forma que confirme que o medo que tinha no passado não era coisa à toa, eu de fato estava certa. É estranho, mas hoje me sinto mais triste, mas é uma tristeza mais prolongada, com algumas salva guardas que garante a felicidade também prolongada, mas pontual. Se ficar melhor de entender, hoje não tenho dias bons e dias ruins, todos os dias são bons ou ruins, como se a mim não me fosse permitido sentir cem por cento da esplêndida felicidade que adentra os seres humanos ao se deparar com bons dias, como também não é permitido carregar a tristeza por um período de tempo maior sem que sinta um lapso de felicidade. Acho que hoje pode ser que na verdade sou mais feliz, pensando pelo lado que parei de me fazer sofrer, de me entregar a pensamentos que me angustiavam e ainda angustiam, permiti viver mais o presente e tentar encarar o futuro com uma expectativa de mudança mesmo! Já que esse futuro, no meu caso, pode trazer mudanças boas, como se em uma linha de tempo (passado presente e futuro), o futuro fosse me salvar dos dias mais ou menos bons e ruins, dando a esses presente uma enorme força de mudança. Hoje não choro mais por esse medo de mudança mesmo ele existindo, nem reclamo do que vivi, nem do que fatalmente estou vivendo, mas espero pacientemente esses dias “equilibrados” passarem e logo.
Muitos motivos podem fazer parte dessa situação atual, pode ser como as coisas foram, como tudo chegou ao fim, ou ao começo. Talvez beire mais a maturidade, ou somente a falta de tempo disperso com a chegada das primaveras consecutivas... De fato, muito, muito se tem para que seja assim hoje, e de fato hoje já não tenho mais tempo para discorrer sobre o assunto, mas ai fica um pouco de mim, um pouco do que sinto e sou, nesse fim de carnaval. Com agradecimentos singelos, mas preciosos ao Lorenzo, que é o bom dos meus dias “equilibrados” e principalmente àquele que julgo ser meu criador que me deu esse imenso papel “quase” em branco pra eu desenhar a minha própria estória em quadrinhos!
Muitos motivos podem fazer parte dessa situação atual, pode ser como as coisas foram, como tudo chegou ao fim, ou ao começo. Talvez beire mais a maturidade, ou somente a falta de tempo disperso com a chegada das primaveras consecutivas... De fato, muito, muito se tem para que seja assim hoje, e de fato hoje já não tenho mais tempo para discorrer sobre o assunto, mas ai fica um pouco de mim, um pouco do que sinto e sou, nesse fim de carnaval. Com agradecimentos singelos, mas preciosos ao Lorenzo, que é o bom dos meus dias “equilibrados” e principalmente àquele que julgo ser meu criador que me deu esse imenso papel “quase” em branco pra eu desenhar a minha própria estória em quadrinhos!
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